Neste episódio de arranque da 2.ª série do  @OftalmoGPS  falamos de algo que hoje impacta todos os médicos: a forma como vemos e somos vistos no universo digital. Num tempo em que muitos doentes pesquisam no Google e nas redes sociais antes de marcar consulta, a presença online do oftalmologista pode ser a diferença entre deixar o espaço da informação nas mãos da desinformação… ou ocupá‑lo com conteúdo rigoroso, humano e útil.

A conversa é liderada pela Dra. Cátia Azenha, médica oftalmologista da ULS Braga, que traz para cima da mesa as perguntas que muitos médicos fazem em privado: afinal, compensa mesmo estar nas redes sociais, como é possível ser ético e, ao mesmo tempo, interessante, e de que forma falar de doenças, cirurgias e riscos sem assustar, banalizar ou criar falsas expectativas. Ao lado dela está o Nuno Gonçalves, CEO da agência Constant Circle e especialista em estratégia digital e construção de marca, que desmonta a ideia de que é preciso ser “influencer” ou ter números astronómicos de seguidores para ter impacto real. O que faz a diferença é ter uma mensagem clara, saber exactamente com quem estamos a falar e usar cada plataforma com intenção, construindo identidade profissional, confiança e uma presença que vai muito além de simplesmente “aparecer”.